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Exercícios Fly Yoga

Eles não são o que poderíamos chamar de acrobacia. Mas para qualquer pessoa que tenha escolhido aprender acrobacias em parapente, o primeiro passo é aprender o Método Fly Yoga. Os exercícios são as ferramentas do seu kit, e as técnicas te ensinam como usá-las.

Siga as cores, só avance após dominar os exercícios e manobras do nível atual. Após o domínio do ponto de estol, deve-se iniciar o Pitch antes de começar a praticar o Controle do Estol, por exemplo. Avance de forma progressiva e segura sob risco de resultados desagradáveis.

I – Controle do Estol

Os exercícios do Método Fly Yoga estão relacionados à prática e aperfeiçoamento do controle do estol. Por isso estes três exercícios são os que eu considero mais importantes para o verdadeiro domínio do seu velame inflável.

Níveis de Habilidade
INICIAÇÃO
BÁSICO
AVANÇADO

Velocidade Mínima de Controle

O primeiro passo é entender, estudar e praticar a Velocidade Mínima de Controle, ou VMC. É um pouco menos freada do que a VM (aerodinâmica), abaixo da qual o velame deixa de voar, e por isso permite curvas e evita estol inadvertido. Lembre-se de saber a altura dos freios que corresponde à VMC e VM do seu velame, o mesmo para cada fase do estol.

Nível de Habilidade
INICIAÇÃO

Ponto de Estol

Se mantivermos os freios acionados quando o velame tentar recuperar a Velocidade Mínima – ou se acionarmos os batoques mais um pouco – o velame vai “atrasar” até 45º em relação a você, denunciando que o fuxo de ar se descolou do extradorso. O velame parou e você continuou seu movimento pra frente devido à inércia, dando a sensação de que foi o velame quem se “atrasou”.

Nível de Habilidade
BÁSICO

Controle do Estol

Uma vez aperfeiçoada a Velocidade Mínima e também o Ponto de Estol, é chegada a hora do Controle do Estol, ou Fly Back. O mais importante é manter os freios acionados na mesma altura usando as técnicas Fly Yoga, e verifcar o se o corpo está centralizado na cadeira. Caso o parapente gire para algum lado, algo está assimétrico. A homologação nos garante que, restabelecida a simetria, o giro para em menos de uma volta.

Nível de Habilidade
AVANÇADO

II – Eixos de Movimento

O segundo grupo de exercícios é o dos treinamentos pendulares – Pitch e Roll – e do eixo de rotação – Yaw. Eles nos preparam para as manobras e estimulam o desenvolvimento dos fatores subjetivos: a esfera de voo, a compressão temporal e a visão e percepção periférica.

Níveis de Habilidade
BÁSICO
INTERMEDIÁRIO
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Cabeceio – Pitch

É o engatinhar do velame: antes de voar ele se apresenta na inflagem. É necessário um grande avanço e mergulho do velame para mudar o ângulo de ataque, em um movimento correspondente ao que seria a arfagem nos aviões. No caso do parapente falamos em eixo pendular de Cabeceio ou Pitch.

Nível de Habilidade
BÁSICO

Rolagem – Roll

O movimento de rolagem é tão pendular quanto o de cabeceio nos velames infláveis. Ocorre na inflagem, quando o velame “tende” para um dos lados e usamos correção pendular para “voltar pro meio da vela” e retomar a simetria. Como no cabeceio, o velame precisa deslocar-se alguns metros para o lado para poder “rolar”.

Nível de Habilidade
INTERMEDIÁRIO

Rotação – Yaw

É o mais peculiar dos 3 eixos de movimento, pois a característica pendular não deve existir neste exercício. Se ocorrem pendulagens em qualquer dos outros dois eixos (de cabeceio ou de rolagem) os resultados podem ser desagradáveis. O principal objetivo deste exercício é entender e dominar a Rotação, evitando pendulagens nos eixos Cabeceio – Pitch ou Rolagem – Roll.

Nível de Habilidade
AVANÇADO

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