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Manobras Combinadas

As Manobras Conbinadas – ou Combos – são combinações, ou transições, entre duas manobras. As possibilidades são infinitas, e por isso vou listar apenas aquelas onde cada manobra é realizada por completo antes da conexão com a seguinte. Não vou considerar combos onde ocorre apenas uma volta – ou meia – de uma manobra, nem as manobras com o/a piloto twistado/a.

SAT to Helico

O Helicóptero é uma manobra muito técnica, e chega a ser uma arte realizá-lo com perfeição para os dois lados. Conectá-lo com outras manobras é um desafio: requer treinamento contínuo e um mínimo de 50% de todo o tempo de treinamento do/a piloto. Esta conexão é complexa e difícil de ser executada sempre com perfeição, e precisa ser treinada constantemente para que seja mantida.

Nível de Habilidade
ACROBÁTICO

Helico to SAT

Esta conexão é muito agradável. Para uma boa conclusão é preciso muita sensibilidade e comandos precisos em cada etapa. Em um momento de giro rápido, sobe-se os freios e coloca-se carga no lado freado do Helicóptero, deixando o parapente avançar “por fora” como se saísse de uma espiral. Conforme o velame mergulha no horizonte, aplica-se freio moderado evitando o estol.

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ACROBÁTICO

Helico to Helico

Se o Helicóptero é a manobra mais técnica que existe, o Helico to Helico – ou Twister – é a conexão mais técnica que existe no parapente acrobático moderno. A técnica – parar a rotação e iniciar a rotação oposta – varia muito conforme o modelo de parapente e a carga alar. É considerada o ápice do controle do estol e da rotação do parapente, e tem altíssimo risco de twists.

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ACROBÁTICO

Rythmic SAT

Descoberta em 2001, ficou abandonada até 2004. É uma manobra onde inicia-se um SAT Standard, e com o uso de técnicas rítmicas, leva-se este SAT até o ângulo de um Infinity Tumbling. Fazendo o parapente mudar seu ângulo em relação ao solo a cada volta, até os 90º abaixo do horizonte.

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Esfera

Esfera é a evolução do Rythmic to Infinity. O movimento oposto ao Rythmic SAT – ou Anti-Rythmic SAT – foi descoberto quase 10 anos após a descoberta inicial de Fabio Fava. Esta manobra é a combinação do Rythmic SAT com o Anti-Rythmic SAT. Inicia-se um SAT para um lado, e com o Rythmic SAT chega-se ao Infinity Tumbling. Então o/a piloto “atrasa” o lado que foi “ritmado”, e o parapente retorna ao horizonte para o lado oposto. Basta frear o lado oposto ao freado inicialmente, para “encaixar” o SAT oposto.

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ACROBÁTICO

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